Tabela de conteúdos
- 1. Andina Link 2026: líderes em telecomunicações
- 2. Datas e local do evento
- 3. Organização e objetivos da Andina Link 2026
- 4. Participação e participantes esperados
- 5. Smart Cities Expo: Inovações urbanas
- 6. Cursos e workshops especializados
- 7. Impacto econômico e social na região
- 8. Reflexões Finais sobre Andinalink 2026
- 9. Transforme sua experiência do cliente com a Suricata Cx
Andina Link 2026: líderes em telecomunicações
- Será realizado de 9 a 12 de março de 2026 em Cartagena, Colômbia.
- Terá como sede o Hotel Las Américas e reunirá atores de telecomunicações, TIC e tecnologias convergentes.
- A agenda coloca o foco em inovação, negócios e networking, com ênfase em banda larga, IoT e transformação digital.
- A Smart Cities Expo será um dos eixos, com soluções para mobilidade, eficiência energética e inclusão digital.
Andina Link 2026 em Cartagena
– Datas e cidade: 9–12 de março de 2026, Cartagena (Colômbia).
– Sede: Hotel Las Américas (Cartagena).
– Organiza: TDC Events International.
– Escala reportada pelo evento: +200 expositores e ~6.000 participantes.
– Alcance internacional reportado: participação de +30 países.
Fontes (segundo dossiê): site oficial da Andina Link (andinalink.com) e listagens setoriais do evento (p. ex., Eventseye; AgileTV; CryptoGuard AB).
Datas e local do evento
Andina Link 2026 será realizada em Cartagena, Colômbia, uma cidade que nos últimos anos se consolidou como anfitriã de encontros regionais de alto nível. Em um recinto que costuma concentrar em um mesmo espaço a exposição comercial, as sessões acadêmicas e as reuniões de negócios, um formato que facilita o intercâmbio entre fornecedores, operadoras, autoridades e empreendedores.
O calendário de quatro dias é coerente com a ambição do evento: não se trata apenas de uma feira tecnológica, mas de uma plataforma para revisar tendências e fechar acordos em um setor onde a velocidade de mudança é constante. No centro da conversa estarão as telecomunicações, as tecnologias convergentes e as inovações para cidades inteligentes, com uma ênfase explícita em temas como banda larga, IoT (Internet das Coisas), inteligência artificial e transformação digital.
A escolha de Cartagena também dialoga com o componente econômico do encontro: a chegada de visitantes internacionais costuma impactar diretamente em turismo e hospitalidade, dois setores que se beneficiam do fluxo de participantes, expositores e delegações. Em termos de logística, a sede única contribui para que o networking seja mais orgânico: corredores, salões e áreas de exposição se tornam pontos de encontro onde se cruzam perfis técnicos e tomadores de decisão.
Detalhes essenciais do evento 2026
Dados-chave para planejar (segundo o dossiê, compilado em 2026-01-29):
– Quando: 9–12 de março de 2026 (4 dias).
– Onde: Cartagena, Colômbia.
– Local: Hotel Las Américas.
– O que convém confirmar antes de viajar: agenda por dia, horários de credenciamento e requisitos de registro (podem ser ajustados perto da data no site oficial).
Organização e objetivos da Andina Link 2026
A organização da Andina Link 2026 está a cargo da TDC Events International, responsável por um evento que acumula mais de três décadas de história como encontro anual do setor. Essa continuidade explica parte de sua relevância: a Andina Link se posicionou como um ponto onde convergem líderes da indústria, representantes do governo e inovadores tecnológicos para discutir o presente e o futuro da conectividade na América Latina.
Os objetivos centrais, segundo a orientação do evento, podem ser resumidos em três grandes linhas. A primeira é fomentar a inovação, mostrando avanços em telecomunicações, banda larga, IoT e soluções vinculadas a cidades inteligentes. A segunda é facilitar negociações, um componente-chave em um mercado onde fornecedores, operadoras e integradores buscam alianças e implantações concretas. A terceira é criar oportunidades de networking com alcance regional e internacional, aproveitando a presença de atores de múltiplos países.
Na prática, essa combinação transforma a Andina Link em um ponto de encontro entre estratégia e operação: desde discussões sobre sustentabilidade e digitalização até conversas sobre implementação e adoção de tecnologias. O evento também se alinha a prioridades globais como a inclusão digital e a busca de soluções para desafios urbanos, um contexto que reforça sua relevância para além do setor de telecom puro.
Além disso, o encontro funciona como termômetro de duas tensões que atravessam a região: por um lado, a necessidade de reduzir a lacuna digital; por outro, a exigência de que a inovação seja sustentável e ambientalmente responsável. Nesse cruzamento, a Andina Link busca se posicionar como um espaço de intercâmbio e coordenação entre indústria e políticas públicas.
Transformar objetivos em valor
Como traduzir os objetivos do evento em valor (guia rápido para participantes):
1) Inovação → aprendizado acionável
– O que buscar: demos com arquitetura/roadmap, casos de uso com condições reais (cobertura, latência, energia, operação).
2) Negócios → acordos e pilotos
– O que preparar: 1–2 problemas priorizados (p. ex., expansão FTTH, automação de suporte, IoT urbano) + critérios de sucesso (tempo, custo, KPI).
3) Networking → relações que executam
– O que priorizar: reuniões com decisores (operação/regulação/finanças) e parceiros de implementação (integradores, vendors, ISPs) para fechar “quem faz o quê” depois do evento.
Participação e participantes esperados
A Andina Link 2026 prevê uma escala significativa: espera-se a participação de mais de 200 expositores e cerca de 6.000 participantes, números que a colocam entre os maiores encontros da região em telecomunicações e tecnologias convergentes. A diversidade de perfis é parte do atrativo: o evento reúne tomadores de decisão do governo, empresas privadas e startups, além de profissionais técnicos e executivos do ecossistema TIC.
A dimensão internacional também é um traço distintivo. Antecipam-se participantes de mais de 30 países, o que amplia o valor do networking: não se trata apenas de contatos locais, mas de oportunidades para explorar alianças transfronteiriças, comparar abordagens regulatórias e conhecer fornecedores com experiência em outros mercados. Em um setor em que a interoperabilidade e os padrões importam, essa mistura de origens costuma acelerar conversas sobre melhores práticas.
Quanto à composição do piso de exposição, o evento atrai uma ampla gama de atores: ISPs (provedores de Internet), corporações TIC e startups. Essa combinação tende a gerar um diálogo interessante entre escalas: desde soluções prontas para implantações massivas até propostas emergentes que buscam parceiros ou pilotos. A presença de representantes governamentais e responsáveis por políticas públicas adiciona uma camada extra, porque conecta a inovação tecnológica a marcos de adoção, inclusão e planejamento urbano.
Além dos números, o valor da participação costuma ser medido pela qualidade das interações: reuniões um a um, conversas em torno de casos de uso e a possibilidade de identificar tendências que impactarão investimentos em conectividade, digitalização e serviços urbanos.
| Métrica / característica | O que se espera (segundo o dossiê) | Por que importa para o participante |
|---|---|---|
| Expositores | +200 | Mais opções para comparar fornecedores, integradores e soluções em uma mesma viagem. |
| Participantes | ~6.000 | Maior densidade de networking e probabilidade de encontrar pares/parceiros. |
| Países representados | +30 | Contatos para alianças regionais e contraste de abordagens (operação/regulação/padrões). |
| Perfis típicos | Governo, corporações, startups, técnicos e executivos de TIC | Permite conversas desde política pública até implementação e operação. |
| Setores no piso | ISPs, corporações de TIC, startups | Mistura de soluções maduras e propostas para pilotos. |
Smart Cities Expo: Inovações urbanas
A Smart Cities Expo é um dos componentes centrais da Andina Link 2026 e coloca o foco em como integrar tecnologia no planejamento e no desenvolvimento urbano. Sua orientação é prática: apresentar soluções e abordagens para desafios que as cidades enfrentam no dia a dia, com ênfase em mobilidade urbana, eficiência energética e inclusão digital.
O interesse por esse eixo não é casual. A conversa sobre cidades inteligentes costuma funcionar como um ponto de convergência entre telecomunicações, IoT e gestão pública: sem conectividade robusta e sem capacidades digitais, muitas das promessas de “smart city” ficam no plano conceitual. Por isso, o espaço se torna relevante para operadoras, integradores e autoridades que buscam traduzir inovação em serviços concretos para a cidadania.
A expo conta com o respaldo de organizações internacionais como o Smart City Council e a Fiber Broadband Association, um apoio que reforça sua projeção global e sua conexão com agendas técnicas e de implantação de infraestrutura. Em termos de conteúdo, espera-se que o evento destaque tendências vinculadas a tecnologias sustentáveis, inteligência artificial e transformação digital, em linha com a pressão crescente por modernizar serviços urbanos sem perder de vista o impacto ambiental.
No pano de fundo aparece um objetivo transversal: usar tecnologia para melhorar a qualidade de vida e reduzir desigualdades de acesso. Na América Latina, onde a lacuna digital continua sendo um desafio, a discussão sobre cidades inteligentes se torna inseparável da pergunta sobre quem fica conectado, com que qualidade e sob quais condições.
Do desafio urbano à implantação
Do desafio urbano à implantação (como levar uma iniciativa “smart city” para conversas do evento):
1) Definir o desafio (1 frase + métrica): por exemplo, reduzir tempos de viagem, diminuir perdas de energia, ampliar acesso digital.
2) Escolher o caso de uso: mobilidade/energia/segurança/atendimento ao cidadão/inclusão.
3) Mapear habilitadores: conectividade (fibra/sem fio), IoT/senso
res, plataforma de dados, analítica/IA, operação.
4) Desenhar piloto (8–12 semanas): escopo delimitado, responsáveis, integração mínima viável, critérios de sucesso.
5) Checkpoint de escalabilidade: custos operacionais, manutenção, cibersegurança, governança de dados e quem financiará/operará em 12–24 meses.
Cursos e workshops especializados
A Andina Link 2026 não se limita à exposição e às reuniões de negócios: inclui um componente de desenvolvimento acadêmico e profissional por meio de cursos e workshops especializados. A proposta busca atualizar conhecimentos em um setor que evolui rapidamente, onde conceitos como IoT, automação, inteligência artificial e transformação digital passam de tendência a requisito operacional em pouco tempo.
Um elemento distintivo é a possibilidade de acessar certificações reconhecidas internacionalmente, o que transforma o evento em uma plataforma de formação com impacto direto na trajetória profissional dos participantes. Para perfis técnicos, esses espaços costumam ser uma oportunidade para aprofundar metodologias, frameworks de implementação e discussões sobre o estado da arte. Para perfis de gestão, podem funcionar como uma forma de alinhar decisões de investimento com tendências e capacidades reais do mercado.
As sessões acadêmicas também funcionam como fórum para discutir pesquisa e tendências em telecomunicações e tecnologias de cidades inteligentes. Em um contexto regional marcado pela lacuna digital e pela necessidade de infraestruturas mais robustas, esses espaços podem ajudar a organizar prioridades: quais tecnologias estão maduras, quais exigem pilotos e quais condições — técnicas ou institucionais — são necessárias para escalar.
Em paralelo, o formato de workshop costuma favorecer a troca entre participantes: perguntas, experiências comparadas e discussão de casos. Essa dinâmica complementa a lógica de feira comercial, porque permite passar do “o que se oferece” para o “como se implementa”, um salto crítico quando o objetivo é acelerar implantações e melhorar serviços.
Critérios para escolher cursos
Checklist para escolher cursos/workshops (e sair com algo aplicável):
– Nível e pré-requisitos: é introdutório, intermediário ou avançado? que conhecimentos pressupõe?
– Resultado tangível: você sai com template, guia, laboratório, demo ou plano de implementação?
– Certificação: qual entidade a emite e que evidência entregam (prova, horas, badge)?
– Aplicabilidade ao seu papel: operação de rede, CX, produto, regulação, smart city, etc.
– Integração com a sua realidade: menciona ferramentas/sistemas típicos (APIs, OSS/BSS, CRM, analítica)?
– Tempo e custo de oportunidade: ¿> que sessão você deixaria de assistir para fazer este workshop?
– Acompanhamento: há material posterior ou canal de contato para dúvidas/pilotos?
Impacto econômico e social na região
O impacto da Andina Link 2026 é projetado em dois planos: o econômico local e o social/tecnológico regional. Em Cartagena, espera-se que a chegada de visitantes internacionais —participantes, expositores e delegações— impulsione setores como turismo e hospitalidade, um efeito típico de eventos de vários dias com alta concentração de participantes.
Mas o alcance mais relevante está no que acontece depois do evento. Ao reunir atores regionais e internacionais, a Andina Link funciona como catalisador de troca de conhecimento, colaboração e potenciais investimentos em conectividade e soluções urbanas. Na América Latina, onde persistem desafios estruturais, o encontro coloca sobre a mesa dois temas críticos: a lacuna digital e a sustentabilidade das inovações.
Em termos sociais, o foco em inclusão digital e em soluções de cidades inteligentes sugere um horizonte de melhoria da qualidade de vida se as tecnologias discutidas se traduzirem em políticas e implementações efetivas. A lógica é clara: conectividade e digitalização podem viabilizar melhores serviços, mais acesso à informação e novas oportunidades econômicas. No entanto, o próprio diagnóstico regional reconhece que o desafio não é apenas tecnológico, mas também de adoção e alcance.
No plano estratégico, o evento também reforça a ideia da América Latina como um espaço com potencial para atrair investimento e inovação em telecomunicações e smart cities. A presença de participantes de múltiplos continentes abre a porta para colaborações globais que acelerem a adoção de melhores práticas e soluções comprovadas em outros contextos.
Benefícios e limites reais
Benefícios esperados vs. limites reais (para ler o impacto com critério):
– Derrama econômica local (turismo/hospitalidade) ↔ depende da ocupação, duração das estadias e gasto médio; nem todo o valor fica na cidade.
– Mais projetos de conectividade e inovação ↔ sem financiamento, licenças e capacidade de operação, muitas iniciativas ficam em piloto.
– Inclusão digital ↔ requer cobertura + acessibilidade + alfabetização digital; a infraestrutura por si só não fecha a lacuna.
– Sustentabilidade ↔ modernizar serviços urbanos pode reduzir consumos, mas também aumenta a demanda energética e de manutenção se não for bem projetado.
– Colaboração público-privada ↔ acelera implementações, mas exige gobernanza clara (dados, segurança, responsabilidades e continuidade).
Reflexões Finais sobre Andinalink 2026
A Importância da Inovação em Telecomunicações
Andina Link 2026 chega em um momento em que a inovação em telecomunicações já não é um luxo competitivo, mas sim uma condição para sustentar a digitalização de economias e cidades. A agenda do evento —banda larga, IoT, inteligência artificial e transformação digital— reflete essa realidade: a conectividade se tornou infraestrutura crítica para serviços, produtividade e participação social.
O valor do encontro está em sua capacidade de reunir quem desenha políticas, quem implanta redes e quem cria soluções. Essa convergência ajuda a reduzir a distância entre visão e execução, especialmente quando a região enfrenta o desafio persistente da exclusão digital e a necessidade de inovações sustentáveis.
Oportunidades para o Crescimento Regional
A presença de participantes de mais de 30 países e o peso da Smart Cities Expo apontam para uma oportunidade clara: transformar a troca em projetos concretos, alianças e adoção de tecnologias que melhorem serviços urbanos e ampliem o acesso digital. Nesse sentido, a Andina Link opera como um mercado de ideias e, ao mesmo tempo, como um espaço de negociação.
Se o evento conseguir impulsionar colaborações e orientar investimentos para conectividade e inclusão, seu impacto pode transcender os quatro dias de agenda em Cartagena. A região precisa de soluções que escalem e que respondam a prioridades sociais; encontros desse tipo podem acelerar esse processo ao conectar atores, capacidades e objetivos.
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Aproveite a inteligência artificial para otimizar suas operações
A proposta combina IA conversacional, automação e esquemas human-in-the-loop (com humanos no controle) para escalar suporte, vendas e atendimento. Isso permite automatizar consultas repetitivas —como faturación, pagamentos, status do serviço ou incidentes — e escalar para um agente quando o caso exigir, mantendo rastreabilidade e controle do supervisor.
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Em telecomunicações, a pesquisa acadêmica e os benchmarks da indústria costumam apontar problemas recorrentes: alto custo por interação, tempos longos de resposta e resolução, fragmentação de canais, baixa resolução no primeiro contato e churn associado a más experiências. A Suricata Cx aborda esses pontos de forma estrutural com automação aplicada e assistência a agentes, buscando reduzir atrito e melhorar a consistência do serviço.
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É o tipo de espaço em que a conversa sobre banda larga, IoT e transformação digital se materializa em operações reais, especialmente quando a experiência do cliente define a competitividade. Sob essa ótica, a Suricata Cx traz uma perspectiva prática sobre como escalar o atendimento omnicanal com IA e controle humano, reduzindo atrito e melhorando os tempos de resposta em ISPs e operadoras.
Da ideia à operação
Implementação típica (da “ideia” à operação mensurável) em ISPs/operadoras:
1) Descoberta (1–2 semanas): principais motivos de contato, canais, SLAs, sistemas (CRM/OSS/BSS) e riscos operacionais.
2) Integração mínima viável: autenticação, consulta de status/avarias, faturamento/pagamentos (conforme prioridade) via APIs.
3) Piloto controlado (4–8 semanas): 1–2 jornadas (p. ex., “incidente” e “pagamento”), com human-in-the-loop e regras de escalonamento.
4) Checkpoint de qualidade: taxa de contenção, FCR, TTR, CSAT/NPS (se aplicável) e auditoria de conversações para ajustar intents e handoffs.
5) Escalonamento: adicionar canais e casos; padronizar playbooks; monitoramento contínuo por motivo de contato e cumprimento de SLA.
Este artigo foi elaborado a partir de uma perspectiva centrada em operações de telecomunicações e CX omnicanal (Suricata Cx), priorizando os elementos do evento que costumam impactar diretamente implantações, integração e escalabilidade do serviço.

Martin Weidemann é especialista em transformação digital, telecomunicações e experiência do cliente, com mais de 20 anos liderando projetos tecnológicos em fintechs, ISPs e serviços digitais na América Latina e nos EUA. Foi fundador e advisor de startups, trabalha de forma ativa com operadoras de internet e empresas de tecnologia, e escreve a partir da experiência prática, não da teoria. Na Suricata compartilha análises claras, casos reais e aprendizados de campo sobre como escalar operações, melhorar o suporte e tomar melhores decisões tecnológicas.
